segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Blog de papel

Olá pessoal. Agora vamos trabalhar com o Blog de Papel. Uma idéia muito bacana.
Aproveitar o tempo vago para escrever, criar host´roais, registrar acontecimentos e enviar mensagens. Tudo isso e ainda ganhar pontos extras para quem quiser se aventurar a utilizar os neurônios e escrever brincando ou jogando.
Beijoks e 1 ponto para todos que entrarem até o dia 15/09. Valeu.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Trabalho, pra que te quero?

Dia do Trabalhador no Brasil

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelos movimentos sindicais, que realizam grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Fala sério, isso lá é assunto para o dia do trabalho.

Bom feriado. Fiquem com AQUELE QUE TUDO FAZ.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

SOCORRO! ODEIO PROVAS.

É Galera, se vocês são daqueles que odeiam provas, estou com vocês.
Prova é aquele negócio chato que você tem na frente, que a cada questão dá um efeito negativo nos neurônios, "dá um branco", dá um não sei o que na memória RAM. Engraçado, a gente fica louco para aumentar a capacidade do nosso computador. Quando chega a hora de turbinar a própria capacidade de raciocínio a galera faz corpo mole. Assim não dá!

Por isso, mesmo odiando formular questões só para esses dias (os de prova). Vamos exercitar um pouco lendo os capítulos 12 e 17 do seu livro (Divalte). Bom desemnpenho, bons estudos e alguma sorte.
Beijos.
Fiquem com Aquele que Tudo Sabe.

Estou de volta

É galera, não dá pra manter um blog sem postaruma novidade pelos menos semanal.
Agora é pra valer.
Começo lamentando a catastrofe (esperada e avisada) que encheu de lama o RJ.
Esperada e avisada porque há cerca de 50 anos a urbanização e favelização, crescentes no Rio de Janeiro, não é novidade para os governos que se multiplicam a cada eleição. Essas mesmas comunidades, se alocam nos locais de riscos, sem nenhuma proteção ou acompanhamento do poder público. Agora, quando desaba tudo, é culpa do destino? Fatalidade, não é a morte por esta razão, fatalidade, repito, é o descaso com a vida. A começar pela falta de educação, com o tratamento do lixo, com a falta de grana, com os desvios de verbas públicas, com a farsa do atendimento eleitoreiro, e por ai vai.
Enquanto a população não se unir em torno de um projeto que construa, na marra, locais adequados à vida humana, viveremos a cada chuva a tragédia líquida desses últimos dias.

Bem, vamos falar de um passado, bem distante. A Peste Negra, que assolou a Europa na Idade Média, entre os naos 1315 e 1317.

Leia, com atenção, o item 6 da pág. 93 do seu livro (Divalte), o trecho fala um pouquinho dos três flagelos do século XIV - a fome, a peste e a guerra.

sexta-feira, 12 de março de 2010

SENHA PARA O GRUPO 1

Olá galera da 1004 do Ciep 169. Se que vocês estavam ansiosos para utilizarem os livros, principalmente o de História do Divalte, que será o seu compenheiro todas as 6ª-feiras.Trata-se de um livro de peso. Portanto, tenha disposição para empunhá-lo com coragem.
A senha é neurônios: preliminarmente vocês deverão demonstrar para a turma todo o complexo neuronal, através de definições, visualizações e exemplos.
Após esse exercício, cada participante do grupo 1: Igor, Deivid, Egberto, Vinícios e Igor G., deverá escrever e compartilhar com a turma o glossário das palavras chaves encontradas no texto das páginas 67 a 73.São elas: Idade Média, Sociedade feudal, feudalismo, colonato, mobilidade social, autosuficiência, distribuição das terras do feudo, retração, ruralização da sociedade, povos germanos.Observem que são 10 palavras que serão sorteadas no momernto da exposição.

Valeu, obrigada pela atenção. Bom final de semana.
Fiquem com Aquele que criou os seus neurônios.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Feudalismo-Introdução

AULA 05/03 CIEP. 169
Introdução ao FEUDALISMO

O feudalismo tem inicio com as invasões germânicas (bárbaras ), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa).
As características gerais do feudalismo são:

poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais),
economia baseada na agricultura e
utilização do trabalho dos servos.


Estrutura Política do Feudalismo

Prevaleceram na Idade Média as relações de vassalagem e suserania. O suserano era quem dava um lote de terra ao vassalo, sendo que este último deveria prestar fidelidade e ajuda ao seu suserano. O vassalo oferece ao senhor, ou suserano, fidelidade e trabalho, em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem se estendiam por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso.
Todos os poderes, jurídico, econômico e político concentravam-se nas mãos dos senhores feudais, donos de lotes de terras (feudos).

Sociedade feudal
A sociedade feudal era estática (com pouca mobilidade social) e hierarquizada. A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora de terras e arrecadava impostos dos camponeses. O clero (membros da Igreja Católica) tinha um grande poder, pois era responsável pela proteção espiritual da sociedade. Era isento de impostos e arrecadava o dízimo. A terceira camada da sociedade era formada pelos servos (camponeses) e pequenos artesãos. Os servos deviam pagar várias taxas e tributos aos senhores feudais, tais como: corvéia (trabalho de 3 a 4 dias nas terras do senhor feudal), talha (metade da produção), banalidade (taxas pagas pela utilização do moinho e forno do senhor feudal).

Economia feudal
A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Existiam moedas na Idade Média, porém eram pouco utilizadas. As trocas de produtos e mercadorias eram comuns na economia feudal. O feudo era a base econômica deste período, pois quem tinha a terra possuía mais poder. O artesanato também era praticado na Idade Média. A produção era baixa, pois as técnicas de trabalho agrícola eram extremamente rudimentares. O arado puxado por bois era muito utilizado na agricultura.

Religião
Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos trabalhando. Os monges viviam em mosteiros e eram responsáveis pela proteção espiritual da sociedade. Passavam grande parte do tempo rezando e copiando livros e a Bíblia.

As Guerras
A guerra no tempo do feudalismo era uma das principais formas de obter poder. Os senhores feudais envolviam-se em guerras para aumentar suas terras e poder. Os cavaleiros formavam a base dos exércitos medievais. Corajosos, leais e equipados com escudos, elmos e espadas, representavam o que havia de mais nobre no período medieval. O residência dos nobres eram castelos fortificados, projetados para serem residências e, ao mesmo tempo, sistema de proteção.

Educação, artes e cultura
A educação era para poucos, pois só os filhos dos nobres estudavam. Marcada pela influência da Igreja, ensinava-se o latim, doutrinas religiosas e táticas de guerras. Grande parte da população medieval era analfabeta e não tinha acesso aos livros.
A arte medieval também era fortemente marcada pela religiosidade da época. As pinturas retratavam passagens da Bíblia e ensinamentos religiosos. As pinturas medievais e os vitrais das igrejas eram formas de ensinar à população um pouco mais sobre a religião.

Podemos dizer que, em geral, a cultura e a arte medieval foram fortemente influenciadas pela religião. Na arquitetura destacou-se a construção de castelos, igrejas e catedrais.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Pare e Pense. 1-Março

Primeira Providência

Certa vez, um homem perguntou a um sábio:

- Se o senhor fosse convidado para governar o país,
qual seria sua primeira providência?

- Aprender o ome dos meus assessores.

- Desculpe-me, mas não lhe parece uma bobagem?
- disse o homem.
- Será essa afinal, a grande preocupação de um presidente?

O sábio respondeu:
- Um homem nunca pode receber ajuda de quem não conhece. Se ele não conhecer a natureza, nunca entenderá a vida. Da mesma maneira, se não sabe quem está a seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano. Sem um plano, não consegue dirigie ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.

Aluno, pare na primeira "lanchonete" que encontrar e tome logo duas doses de PROVIDÊNCIA.