Olá pessoal. Agora vamos trabalhar com o Blog de Papel. Uma idéia muito bacana.
Aproveitar o tempo vago para escrever, criar host´roais, registrar acontecimentos e enviar mensagens. Tudo isso e ainda ganhar pontos extras para quem quiser se aventurar a utilizar os neurônios e escrever brincando ou jogando.
Beijoks e 1 ponto para todos que entrarem até o dia 15/09. Valeu.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Trabalho, pra que te quero?
Dia do Trabalhador no Brasil
Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelos movimentos sindicais, que realizam grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.
Fala sério, isso lá é assunto para o dia do trabalho.
Bom feriado. Fiquem com AQUELE QUE TUDO FAZ.
Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelos movimentos sindicais, que realizam grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.
Fala sério, isso lá é assunto para o dia do trabalho.
Bom feriado. Fiquem com AQUELE QUE TUDO FAZ.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
SOCORRO! ODEIO PROVAS.
É Galera, se vocês são daqueles que odeiam provas, estou com vocês.
Prova é aquele negócio chato que você tem na frente, que a cada questão dá um efeito negativo nos neurônios, "dá um branco", dá um não sei o que na memória RAM. Engraçado, a gente fica louco para aumentar a capacidade do nosso computador. Quando chega a hora de turbinar a própria capacidade de raciocínio a galera faz corpo mole. Assim não dá!
Por isso, mesmo odiando formular questões só para esses dias (os de prova). Vamos exercitar um pouco lendo os capítulos 12 e 17 do seu livro (Divalte). Bom desemnpenho, bons estudos e alguma sorte.
Beijos.
Fiquem com Aquele que Tudo Sabe.
Prova é aquele negócio chato que você tem na frente, que a cada questão dá um efeito negativo nos neurônios, "dá um branco", dá um não sei o que na memória RAM. Engraçado, a gente fica louco para aumentar a capacidade do nosso computador. Quando chega a hora de turbinar a própria capacidade de raciocínio a galera faz corpo mole. Assim não dá!
Por isso, mesmo odiando formular questões só para esses dias (os de prova). Vamos exercitar um pouco lendo os capítulos 12 e 17 do seu livro (Divalte). Bom desemnpenho, bons estudos e alguma sorte.
Beijos.
Fiquem com Aquele que Tudo Sabe.
Estou de volta
É galera, não dá pra manter um blog sem postaruma novidade pelos menos semanal.
Agora é pra valer.
Começo lamentando a catastrofe (esperada e avisada) que encheu de lama o RJ.
Esperada e avisada porque há cerca de 50 anos a urbanização e favelização, crescentes no Rio de Janeiro, não é novidade para os governos que se multiplicam a cada eleição. Essas mesmas comunidades, se alocam nos locais de riscos, sem nenhuma proteção ou acompanhamento do poder público. Agora, quando desaba tudo, é culpa do destino? Fatalidade, não é a morte por esta razão, fatalidade, repito, é o descaso com a vida. A começar pela falta de educação, com o tratamento do lixo, com a falta de grana, com os desvios de verbas públicas, com a farsa do atendimento eleitoreiro, e por ai vai.
Enquanto a população não se unir em torno de um projeto que construa, na marra, locais adequados à vida humana, viveremos a cada chuva a tragédia líquida desses últimos dias.
Bem, vamos falar de um passado, bem distante. A Peste Negra, que assolou a Europa na Idade Média, entre os naos 1315 e 1317.
Leia, com atenção, o item 6 da pág. 93 do seu livro (Divalte), o trecho fala um pouquinho dos três flagelos do século XIV - a fome, a peste e a guerra.
Agora é pra valer.
Começo lamentando a catastrofe (esperada e avisada) que encheu de lama o RJ.
Esperada e avisada porque há cerca de 50 anos a urbanização e favelização, crescentes no Rio de Janeiro, não é novidade para os governos que se multiplicam a cada eleição. Essas mesmas comunidades, se alocam nos locais de riscos, sem nenhuma proteção ou acompanhamento do poder público. Agora, quando desaba tudo, é culpa do destino? Fatalidade, não é a morte por esta razão, fatalidade, repito, é o descaso com a vida. A começar pela falta de educação, com o tratamento do lixo, com a falta de grana, com os desvios de verbas públicas, com a farsa do atendimento eleitoreiro, e por ai vai.
Enquanto a população não se unir em torno de um projeto que construa, na marra, locais adequados à vida humana, viveremos a cada chuva a tragédia líquida desses últimos dias.
Bem, vamos falar de um passado, bem distante. A Peste Negra, que assolou a Europa na Idade Média, entre os naos 1315 e 1317.
Leia, com atenção, o item 6 da pág. 93 do seu livro (Divalte), o trecho fala um pouquinho dos três flagelos do século XIV - a fome, a peste e a guerra.
sexta-feira, 12 de março de 2010
SENHA PARA O GRUPO 1
Olá galera da 1004 do Ciep 169. Se que vocês estavam ansiosos para utilizarem os livros, principalmente o de História do Divalte, que será o seu compenheiro todas as 6ª-feiras.Trata-se de um livro de peso. Portanto, tenha disposição para empunhá-lo com coragem.
A senha é neurônios: preliminarmente vocês deverão demonstrar para a turma todo o complexo neuronal, através de definições, visualizações e exemplos.
Após esse exercício, cada participante do grupo 1: Igor, Deivid, Egberto, Vinícios e Igor G., deverá escrever e compartilhar com a turma o glossário das palavras chaves encontradas no texto das páginas 67 a 73.São elas: Idade Média, Sociedade feudal, feudalismo, colonato, mobilidade social, autosuficiência, distribuição das terras do feudo, retração, ruralização da sociedade, povos germanos.Observem que são 10 palavras que serão sorteadas no momernto da exposição.
Valeu, obrigada pela atenção. Bom final de semana.
Fiquem com Aquele que criou os seus neurônios.
A senha é neurônios: preliminarmente vocês deverão demonstrar para a turma todo o complexo neuronal, através de definições, visualizações e exemplos.
Após esse exercício, cada participante do grupo 1: Igor, Deivid, Egberto, Vinícios e Igor G., deverá escrever e compartilhar com a turma o glossário das palavras chaves encontradas no texto das páginas 67 a 73.São elas: Idade Média, Sociedade feudal, feudalismo, colonato, mobilidade social, autosuficiência, distribuição das terras do feudo, retração, ruralização da sociedade, povos germanos.Observem que são 10 palavras que serão sorteadas no momernto da exposição.
Valeu, obrigada pela atenção. Bom final de semana.
Fiquem com Aquele que criou os seus neurônios.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Feudalismo-Introdução
AULA 05/03 CIEP. 169
Introdução ao FEUDALISMO
O feudalismo tem inicio com as invasões germânicas (bárbaras ), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa).
As características gerais do feudalismo são:
Estrutura Política do Feudalismo
Prevaleceram na Idade Média as relações de vassalagem e suserania. O suserano era quem dava um lote de terra ao vassalo, sendo que este último deveria prestar fidelidade e ajuda ao seu suserano. O vassalo oferece ao senhor, ou suserano, fidelidade e trabalho, em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem se estendiam por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso.
Todos os poderes, jurídico, econômico e político concentravam-se nas mãos dos senhores feudais, donos de lotes de terras (feudos).
Sociedade feudal
A sociedade feudal era estática (com pouca mobilidade social) e hierarquizada. A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora de terras e arrecadava impostos dos camponeses. O clero (membros da Igreja Católica) tinha um grande poder, pois era responsável pela proteção espiritual da sociedade. Era isento de impostos e arrecadava o dízimo. A terceira camada da sociedade era formada pelos servos (camponeses) e pequenos artesãos. Os servos deviam pagar várias taxas e tributos aos senhores feudais, tais como: corvéia (trabalho de 3 a 4 dias nas terras do senhor feudal), talha (metade da produção), banalidade (taxas pagas pela utilização do moinho e forno do senhor feudal).
Economia feudal
A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Existiam moedas na Idade Média, porém eram pouco utilizadas. As trocas de produtos e mercadorias eram comuns na economia feudal. O feudo era a base econômica deste período, pois quem tinha a terra possuía mais poder. O artesanato também era praticado na Idade Média. A produção era baixa, pois as técnicas de trabalho agrícola eram extremamente rudimentares. O arado puxado por bois era muito utilizado na agricultura.
Religião
Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos trabalhando. Os monges viviam em mosteiros e eram responsáveis pela proteção espiritual da sociedade. Passavam grande parte do tempo rezando e copiando livros e a Bíblia.
As Guerras
A guerra no tempo do feudalismo era uma das principais formas de obter poder. Os senhores feudais envolviam-se em guerras para aumentar suas terras e poder. Os cavaleiros formavam a base dos exércitos medievais. Corajosos, leais e equipados com escudos, elmos e espadas, representavam o que havia de mais nobre no período medieval. O residência dos nobres eram castelos fortificados, projetados para serem residências e, ao mesmo tempo, sistema de proteção.
Educação, artes e cultura
A educação era para poucos, pois só os filhos dos nobres estudavam. Marcada pela influência da Igreja, ensinava-se o latim, doutrinas religiosas e táticas de guerras. Grande parte da população medieval era analfabeta e não tinha acesso aos livros.
A arte medieval também era fortemente marcada pela religiosidade da época. As pinturas retratavam passagens da Bíblia e ensinamentos religiosos. As pinturas medievais e os vitrais das igrejas eram formas de ensinar à população um pouco mais sobre a religião.
Podemos dizer que, em geral, a cultura e a arte medieval foram fortemente influenciadas pela religião. Na arquitetura destacou-se a construção de castelos, igrejas e catedrais.
Introdução ao FEUDALISMO
O feudalismo tem inicio com as invasões germânicas (bárbaras ), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa).
As características gerais do feudalismo são:
poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais),
economia baseada na agricultura e
utilização do trabalho dos servos.
Estrutura Política do Feudalismo
Prevaleceram na Idade Média as relações de vassalagem e suserania. O suserano era quem dava um lote de terra ao vassalo, sendo que este último deveria prestar fidelidade e ajuda ao seu suserano. O vassalo oferece ao senhor, ou suserano, fidelidade e trabalho, em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem se estendiam por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso.
Todos os poderes, jurídico, econômico e político concentravam-se nas mãos dos senhores feudais, donos de lotes de terras (feudos).
Sociedade feudal
A sociedade feudal era estática (com pouca mobilidade social) e hierarquizada. A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora de terras e arrecadava impostos dos camponeses. O clero (membros da Igreja Católica) tinha um grande poder, pois era responsável pela proteção espiritual da sociedade. Era isento de impostos e arrecadava o dízimo. A terceira camada da sociedade era formada pelos servos (camponeses) e pequenos artesãos. Os servos deviam pagar várias taxas e tributos aos senhores feudais, tais como: corvéia (trabalho de 3 a 4 dias nas terras do senhor feudal), talha (metade da produção), banalidade (taxas pagas pela utilização do moinho e forno do senhor feudal).
Economia feudal
A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Existiam moedas na Idade Média, porém eram pouco utilizadas. As trocas de produtos e mercadorias eram comuns na economia feudal. O feudo era a base econômica deste período, pois quem tinha a terra possuía mais poder. O artesanato também era praticado na Idade Média. A produção era baixa, pois as técnicas de trabalho agrícola eram extremamente rudimentares. O arado puxado por bois era muito utilizado na agricultura.
Religião
Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos trabalhando. Os monges viviam em mosteiros e eram responsáveis pela proteção espiritual da sociedade. Passavam grande parte do tempo rezando e copiando livros e a Bíblia.
As Guerras
A guerra no tempo do feudalismo era uma das principais formas de obter poder. Os senhores feudais envolviam-se em guerras para aumentar suas terras e poder. Os cavaleiros formavam a base dos exércitos medievais. Corajosos, leais e equipados com escudos, elmos e espadas, representavam o que havia de mais nobre no período medieval. O residência dos nobres eram castelos fortificados, projetados para serem residências e, ao mesmo tempo, sistema de proteção.
Educação, artes e cultura
A educação era para poucos, pois só os filhos dos nobres estudavam. Marcada pela influência da Igreja, ensinava-se o latim, doutrinas religiosas e táticas de guerras. Grande parte da população medieval era analfabeta e não tinha acesso aos livros.
A arte medieval também era fortemente marcada pela religiosidade da época. As pinturas retratavam passagens da Bíblia e ensinamentos religiosos. As pinturas medievais e os vitrais das igrejas eram formas de ensinar à população um pouco mais sobre a religião.
Podemos dizer que, em geral, a cultura e a arte medieval foram fortemente influenciadas pela religião. Na arquitetura destacou-se a construção de castelos, igrejas e catedrais.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Pare e Pense. 1-Março
Primeira Providência
Certa vez, um homem perguntou a um sábio:
- Se o senhor fosse convidado para governar o país,
qual seria sua primeira providência?
- Aprender o ome dos meus assessores.
- Desculpe-me, mas não lhe parece uma bobagem?
- disse o homem.
- Será essa afinal, a grande preocupação de um presidente?
O sábio respondeu:
- Um homem nunca pode receber ajuda de quem não conhece. Se ele não conhecer a natureza, nunca entenderá a vida. Da mesma maneira, se não sabe quem está a seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano. Sem um plano, não consegue dirigie ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.
Aluno, pare na primeira "lanchonete" que encontrar e tome logo duas doses de PROVIDÊNCIA.
Certa vez, um homem perguntou a um sábio:
- Se o senhor fosse convidado para governar o país,
qual seria sua primeira providência?
- Aprender o ome dos meus assessores.
- Desculpe-me, mas não lhe parece uma bobagem?
- disse o homem.
- Será essa afinal, a grande preocupação de um presidente?
O sábio respondeu:
- Um homem nunca pode receber ajuda de quem não conhece. Se ele não conhecer a natureza, nunca entenderá a vida. Da mesma maneira, se não sabe quem está a seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano. Sem um plano, não consegue dirigie ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.
Aluno, pare na primeira "lanchonete" que encontrar e tome logo duas doses de PROVIDÊNCIA.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
AULA 2 - HISTÓRIA
No século XIX, estudiosos europeus, com base no passado de sua própria sociedade, estabeleceram um critério para dividir em períodos as épocas históricas. Assim, segundo esses critérios, os grandes períodos da história são:
Pré-História - que se estende do início da humanidade até o desenvolvimento da escrita.
Idade Antiga - do desenvolvimento da escrita até a desagragação do Império Romano do ocidente, em 476 (século V)
Idade Média - da desagregação do Imkpério Romano do Ocidente até a tomada de Constantinopla pelos Turcos, em 1453 (século XV)
Idade Moderna - da tomada de Constantinopla pelos turcos até a Revolução Francesa, em 1789 (século XVIII)
Idade Contemporânea - da Revolução Francesa até os dias de hoje.
Esta divisão foi concebida há mais de cem anos, as vezes facilita. Entretanto, ela carrega a idéia de etapas evolutivas, em que a etapa industrial européia seria o último estágio de desenvolvimento da civilização. Todas as outras civilizações estariam em estágio primitivo ou inferior.
Tome cuidado com esta forma de ver ou entender a história. Vamos trabahar com a idéia das relações de trabalho, política, cultura e cidadania.Vamos identificar esses aspectos em várias etapas do longo passago histórico da humanidade, o que foi produzido, o que foi inventado e as diversas formas com as quais a humanidade se relacionou com seus problemas.
Atividade virtual:
1- Um elemento decisivo na história da humanidade foi o domínio do fogo. Explique algumas consequências desse acontecimento para a vida dos seres humanos daquela época.
2- O cultivo de vegetais provocou mudanças imediatas e importantes entre grupos humanos. Cite e comente algumas dessas mudanças.
É galera. Por hoje é só. Rsrsrsrsrsrs
Fiquem com aquele que tudo sabe.
Pré-História - que se estende do início da humanidade até o desenvolvimento da escrita.
Idade Antiga - do desenvolvimento da escrita até a desagragação do Império Romano do ocidente, em 476 (século V)
Idade Média - da desagregação do Imkpério Romano do Ocidente até a tomada de Constantinopla pelos Turcos, em 1453 (século XV)
Idade Moderna - da tomada de Constantinopla pelos turcos até a Revolução Francesa, em 1789 (século XVIII)
Idade Contemporânea - da Revolução Francesa até os dias de hoje.
Esta divisão foi concebida há mais de cem anos, as vezes facilita. Entretanto, ela carrega a idéia de etapas evolutivas, em que a etapa industrial européia seria o último estágio de desenvolvimento da civilização. Todas as outras civilizações estariam em estágio primitivo ou inferior.
Tome cuidado com esta forma de ver ou entender a história. Vamos trabahar com a idéia das relações de trabalho, política, cultura e cidadania.Vamos identificar esses aspectos em várias etapas do longo passago histórico da humanidade, o que foi produzido, o que foi inventado e as diversas formas com as quais a humanidade se relacionou com seus problemas.
Atividade virtual:
1- Um elemento decisivo na história da humanidade foi o domínio do fogo. Explique algumas consequências desse acontecimento para a vida dos seres humanos daquela época.
2- O cultivo de vegetais provocou mudanças imediatas e importantes entre grupos humanos. Cite e comente algumas dessas mudanças.
É galera. Por hoje é só. Rsrsrsrsrsrs
Fiquem com aquele que tudo sabe.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Aula 1- História
HISTÓRIA
"O importante não é tanto relatar fatos passados ou enumerar acontecimentos que podem ser localizados geograficamente e datados cronologicamente, mas sim, mostrar que em cada momento os homens estão produzindo uma realidade cultural." (Neidson Rodrigues)
Captar as diferentes formas como os homens concebem a vida e transformam-na em diversos momentos históricos, como se relacionam entre si e com a natureza são objetivos do ensino de História, que permite ao aluno ter uma maior compreensão da sua realidade, pelo confronto com as demais, percebendo as rupturas e permanências e reconhecendo-se como sujeito histórico, ativo no processo de aprendizagem.
Entendendo por sujeitos históricos indivíduos, grupos, classes sociais, participantes de acontecimentos de repercussão coletiva ou situações cotidianas na busca pela transformação ou continuidade de suas realidades, valoriza-se o indivíduo ou os grupos anônimos, enquanto protagonistas da construção de suas histórias, e não meras sombras dos feitos heróicos dos grandes personagens.
Por isso, a disciplina de História não pode e não irá reduzir-se unicamente a informações sobre o passado, mas:
• passar aos alunos a concepção de mundo, a visão de realidade que imperava nas diversas épocas;
• fazer os alunos entenderem que as relações sociais de produção, as relações de trabalho e as relações com o mundo, são responsáveis por impulsionar uma determinada época na busca de alternativas;
• fazer com que percebam que foram as condições da época que permitiram determinadas ações;
• captar as conseqüências dos fatos históricos em termos do desdobramento do conhecimento científico e técnico que o mundo conheceu a partir destas ações.
Para a compreensão de que, por trás de um fato relatado, existem as relações sociais, econômicas, políticas e culturais que o produzem, recorre-se a uma multiplicidade documental que abrange não só o escrito e institucional, mas também os filmes, os artigos de jornais e revistas, as imagens, os relatos orais, os objetos e os registros sonoros.
O contato com esta diversidade de fontes possibilita ao aluno perceber as diferentes temporalidades existentes simultaneamente e/ou ao longo da história, reconhecendo também sua realidade como múltipla, conflituosa e complexa, encarando o conhecimento histórico não como uma sucessão de fatos no tempo, mas sim como ações humanas organizadas transformadoras de um dado momento.
Tendo em vista tal proposta, o intercâmbio com conceitos trabalhados por outras disciplinas torna-se imprescindível para que o aluno, em confronto com novos procedimentos de reflexão e análise, desenvolva a capacidade de interpretar características da sua realidade e relacione-as com às informações históricas. Desta forma, o aluno passa a ter uma dimensão mais ampla e significativa dos conteúdos específicos da área, enriquecendo o seu conhecimento e passando a ter subsídios para construir o seu próprio saber
A reflexão sobre a relação entre os acontecimentos e os grupos, tanto os do presente quanto os do passado, a prática da pesquisa e a convivência com diferentes métodos de abordagem favorecem a formação de um aluno crítico, reflexivo e consciente do seu papel enquanto cidadão.
As atividades que deverão ser realizadas pelos alunos e que constituem a estrutura do curso são: leitura e análise de textos; resumos, pesquisas e redações; discussões em painéis; transposições de linguagem; testes de revisão e avaliações.
Mantendo a perspectiva curricular de integração sistemática com disciplinas afins, o curso de História tem como objetivo levar o aluno a desenvolver as seguintes habilidades:
• analisar a época em que vive, situando-se diante dos problemas atuais, com base numa visão de evolução econômica, política, social e cultural da humanidade;
• identificar o sentido dos diversos aspectos de nossa herança cultural;
• aplicar os conhecimentos adquiridos à realidade brasileira, a fim de melhor interpretá-la, e nela atuando;
• expor idéias de forma clara e compreensível nas atividades e avaliações propostas.
"O importante não é tanto relatar fatos passados ou enumerar acontecimentos que podem ser localizados geograficamente e datados cronologicamente, mas sim, mostrar que em cada momento os homens estão produzindo uma realidade cultural." (Neidson Rodrigues)
Captar as diferentes formas como os homens concebem a vida e transformam-na em diversos momentos históricos, como se relacionam entre si e com a natureza são objetivos do ensino de História, que permite ao aluno ter uma maior compreensão da sua realidade, pelo confronto com as demais, percebendo as rupturas e permanências e reconhecendo-se como sujeito histórico, ativo no processo de aprendizagem.
Entendendo por sujeitos históricos indivíduos, grupos, classes sociais, participantes de acontecimentos de repercussão coletiva ou situações cotidianas na busca pela transformação ou continuidade de suas realidades, valoriza-se o indivíduo ou os grupos anônimos, enquanto protagonistas da construção de suas histórias, e não meras sombras dos feitos heróicos dos grandes personagens.
Por isso, a disciplina de História não pode e não irá reduzir-se unicamente a informações sobre o passado, mas:
• passar aos alunos a concepção de mundo, a visão de realidade que imperava nas diversas épocas;
• fazer os alunos entenderem que as relações sociais de produção, as relações de trabalho e as relações com o mundo, são responsáveis por impulsionar uma determinada época na busca de alternativas;
• fazer com que percebam que foram as condições da época que permitiram determinadas ações;
• captar as conseqüências dos fatos históricos em termos do desdobramento do conhecimento científico e técnico que o mundo conheceu a partir destas ações.
Para a compreensão de que, por trás de um fato relatado, existem as relações sociais, econômicas, políticas e culturais que o produzem, recorre-se a uma multiplicidade documental que abrange não só o escrito e institucional, mas também os filmes, os artigos de jornais e revistas, as imagens, os relatos orais, os objetos e os registros sonoros.
O contato com esta diversidade de fontes possibilita ao aluno perceber as diferentes temporalidades existentes simultaneamente e/ou ao longo da história, reconhecendo também sua realidade como múltipla, conflituosa e complexa, encarando o conhecimento histórico não como uma sucessão de fatos no tempo, mas sim como ações humanas organizadas transformadoras de um dado momento.
Tendo em vista tal proposta, o intercâmbio com conceitos trabalhados por outras disciplinas torna-se imprescindível para que o aluno, em confronto com novos procedimentos de reflexão e análise, desenvolva a capacidade de interpretar características da sua realidade e relacione-as com às informações históricas. Desta forma, o aluno passa a ter uma dimensão mais ampla e significativa dos conteúdos específicos da área, enriquecendo o seu conhecimento e passando a ter subsídios para construir o seu próprio saber
A reflexão sobre a relação entre os acontecimentos e os grupos, tanto os do presente quanto os do passado, a prática da pesquisa e a convivência com diferentes métodos de abordagem favorecem a formação de um aluno crítico, reflexivo e consciente do seu papel enquanto cidadão.
As atividades que deverão ser realizadas pelos alunos e que constituem a estrutura do curso são: leitura e análise de textos; resumos, pesquisas e redações; discussões em painéis; transposições de linguagem; testes de revisão e avaliações.
Mantendo a perspectiva curricular de integração sistemática com disciplinas afins, o curso de História tem como objetivo levar o aluno a desenvolver as seguintes habilidades:
• analisar a época em que vive, situando-se diante dos problemas atuais, com base numa visão de evolução econômica, política, social e cultural da humanidade;
• identificar o sentido dos diversos aspectos de nossa herança cultural;
• aplicar os conhecimentos adquiridos à realidade brasileira, a fim de melhor interpretá-la, e nela atuando;
• expor idéias de forma clara e compreensível nas atividades e avaliações propostas.
APRESENTAÇÃO
Olá galera do Ensino Médio. Estamos ai para utilizarmos esta valiosa e cara ferramenta que o o PC (personal computer).
Vamos aproveitar os momentos que ficamos diante da telinha, dedicando alguns minutos para revisar as aulas de História, através de textos, humor e música.
Será um excelente complemento para as aulas tradicionais em sala de aula e a professora falando, falando e falando....
Bem, isso não garante que todos estarão inteirmanete conectados a esta idéia. Mas há um incentivo maneiro. Serão atribuídos pontos virtuais aos comentários e dúvidas postadas ao final do bimestre. Fique ligado e ligada nesta oportunidade de aprender e se inteirar dos assuntos discutidos em sala de aula. Isso vale para os alunos do Ciep 169 e Cabral. Você pode também divulgar o blog para seus colegas. Afinal, informação e conhecimento nunca é demais.
Beijos e saudações.
Vamos aproveitar os momentos que ficamos diante da telinha, dedicando alguns minutos para revisar as aulas de História, através de textos, humor e música.
Será um excelente complemento para as aulas tradicionais em sala de aula e a professora falando, falando e falando....
Bem, isso não garante que todos estarão inteirmanete conectados a esta idéia. Mas há um incentivo maneiro. Serão atribuídos pontos virtuais aos comentários e dúvidas postadas ao final do bimestre. Fique ligado e ligada nesta oportunidade de aprender e se inteirar dos assuntos discutidos em sala de aula. Isso vale para os alunos do Ciep 169 e Cabral. Você pode também divulgar o blog para seus colegas. Afinal, informação e conhecimento nunca é demais.
Beijos e saudações.
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