sexta-feira, 30 de abril de 2010

Trabalho, pra que te quero?

Dia do Trabalhador no Brasil

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelos movimentos sindicais, que realizam grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Fala sério, isso lá é assunto para o dia do trabalho.

Bom feriado. Fiquem com AQUELE QUE TUDO FAZ.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

SOCORRO! ODEIO PROVAS.

É Galera, se vocês são daqueles que odeiam provas, estou com vocês.
Prova é aquele negócio chato que você tem na frente, que a cada questão dá um efeito negativo nos neurônios, "dá um branco", dá um não sei o que na memória RAM. Engraçado, a gente fica louco para aumentar a capacidade do nosso computador. Quando chega a hora de turbinar a própria capacidade de raciocínio a galera faz corpo mole. Assim não dá!

Por isso, mesmo odiando formular questões só para esses dias (os de prova). Vamos exercitar um pouco lendo os capítulos 12 e 17 do seu livro (Divalte). Bom desemnpenho, bons estudos e alguma sorte.
Beijos.
Fiquem com Aquele que Tudo Sabe.

Estou de volta

É galera, não dá pra manter um blog sem postaruma novidade pelos menos semanal.
Agora é pra valer.
Começo lamentando a catastrofe (esperada e avisada) que encheu de lama o RJ.
Esperada e avisada porque há cerca de 50 anos a urbanização e favelização, crescentes no Rio de Janeiro, não é novidade para os governos que se multiplicam a cada eleição. Essas mesmas comunidades, se alocam nos locais de riscos, sem nenhuma proteção ou acompanhamento do poder público. Agora, quando desaba tudo, é culpa do destino? Fatalidade, não é a morte por esta razão, fatalidade, repito, é o descaso com a vida. A começar pela falta de educação, com o tratamento do lixo, com a falta de grana, com os desvios de verbas públicas, com a farsa do atendimento eleitoreiro, e por ai vai.
Enquanto a população não se unir em torno de um projeto que construa, na marra, locais adequados à vida humana, viveremos a cada chuva a tragédia líquida desses últimos dias.

Bem, vamos falar de um passado, bem distante. A Peste Negra, que assolou a Europa na Idade Média, entre os naos 1315 e 1317.

Leia, com atenção, o item 6 da pág. 93 do seu livro (Divalte), o trecho fala um pouquinho dos três flagelos do século XIV - a fome, a peste e a guerra.